É engraçado como a gente teima em sentir falta das coisas apenas quando elas se tornam ausentes. Não importa quantas vezes você já tenha ouvido a frase "É só depois que se perde que se valoriza" (ou uma vertente qualquer), teimamos em não-valorizar o que temos.
O meu então anônimo tesouro da vez é meu braço direito. Pra falar a verdade, apenas meu indicador direito. Jamais imaginei que um único dedo pudesse fazer tanta falta. Não que ele esteja completamente imobilizado... Bem, acho melhor explicar minha condição primeiro.
Um belo dia, depois de tomar banho, percebi que meu dedo estava dolorido (sim, foi o dia da matrícila, o dia do trote, sim, sim). Claro, não dei atenção, como sei que que a maioria não daria. "Daqui a pouco passa", pensei.
O dia passou, mas a dor não. E comecei a me incomodar.
"Acho que ganhei isso com o trote". Mas não fazia muito sentido. Não estava torcido, afinal. Ignorei por mais alguns poucos dias, quando realmente começou a doer.
Pudera, não dei trégua para meu pobre amiguinho enfermo: joguei video-game, não parei de digitar e usar o mouse (seja no msn, the sims ou outra coisa qualquer). Aí ele reclamou, claro. Me disseram que era LER (Lesão por Esforço Repetitivo), mas duvidei. Pois é.
O tendão inflamou e eu não tenho um bom anti-inflamatório aqui em casa. Para ser sincera, não estou afim de tomar remédio algum. Solução? Tentei passar uma pomada boa para dores musculares e afins, chamada Calminex (sim, aquela de uso veterinário. Pra vaca e cavalo, sim, sim, essa mesma). Não resolveu.
O que fazer? Comprar um tensor, claro. Comprei, e estou usando o dito cujo agora, portanto, perdoe-me por algum erro de digitação.
É estranho. Ele é grande e não deixa eu mover o punho. Comeintei isso com a moça que trabalhava na loja cheio desses aparelhos e acessórios ortopédicos
, mas ela disse que era isso mesmo, afinal, o que precisava ser imobilizado era a parte do tendão que fica mais perto do punho mesmo. Legal.
Como nunca quebrei um braço ou perna (o máximo que me acontecer foi trincar o mindinho do é e torcer dois dedos da mão. E ainda assim, eu ainda não conhecia um teclado de computador nessa época dos dedos torcidos), não sabia como era perder o movimento de uma parte tão fundamental de meu corpo.
Não consigo escrever, apenas digitar. Tá bom, tá bom, até consigo escrever, mas a letra sai tão bonita quanto era quando estava na primeira série do Fundamental...
É... Acho que vou tratar meus membros com mais carinho. Ou não. É difícil não expô-los a "grandes riscos"...
Só espero que desinche logo. Não estou afim de começar minhas aulas com essa coisa no meu braço, limitando meus movimentos.
O meu então anônimo tesouro da vez é meu braço direito. Pra falar a verdade, apenas meu indicador direito. Jamais imaginei que um único dedo pudesse fazer tanta falta. Não que ele esteja completamente imobilizado... Bem, acho melhor explicar minha condição primeiro.
Um belo dia, depois de tomar banho, percebi que meu dedo estava dolorido (sim, foi o dia da matrícila, o dia do trote, sim, sim). Claro, não dei atenção, como sei que que a maioria não daria. "Daqui a pouco passa", pensei.
O dia passou, mas a dor não. E comecei a me incomodar.
"Acho que ganhei isso com o trote". Mas não fazia muito sentido. Não estava torcido, afinal. Ignorei por mais alguns poucos dias, quando realmente começou a doer.
Pudera, não dei trégua para meu pobre amiguinho enfermo: joguei video-game, não parei de digitar e usar o mouse (seja no msn, the sims ou outra coisa qualquer). Aí ele reclamou, claro. Me disseram que era LER (Lesão por Esforço Repetitivo), mas duvidei. Pois é.
O tendão inflamou e eu não tenho um bom anti-inflamatório aqui em casa. Para ser sincera, não estou afim de tomar remédio algum. Solução? Tentei passar uma pomada boa para dores musculares e afins, chamada Calminex (sim, aquela de uso veterinário. Pra vaca e cavalo, sim, sim, essa mesma). Não resolveu.
O que fazer? Comprar um tensor, claro. Comprei, e estou usando o dito cujo agora, portanto, perdoe-me por algum erro de digitação.
É estranho. Ele é grande e não deixa eu mover o punho. Comeintei isso com a moça que trabalhava na loja cheio desses aparelhos e acessórios ortopédicos
, mas ela disse que era isso mesmo, afinal, o que precisava ser imobilizado era a parte do tendão que fica mais perto do punho mesmo. Legal.
Como nunca quebrei um braço ou perna (o máximo que me acontecer foi trincar o mindinho do é e torcer dois dedos da mão. E ainda assim, eu ainda não conhecia um teclado de computador nessa época dos dedos torcidos), não sabia como era perder o movimento de uma parte tão fundamental de meu corpo.
Não consigo escrever, apenas digitar. Tá bom, tá bom, até consigo escrever, mas a letra sai tão bonita quanto era quando estava na primeira série do Fundamental...
É... Acho que vou tratar meus membros com mais carinho. Ou não. É difícil não expô-los a "grandes riscos"...
Só espero que desinche logo. Não estou afim de começar minhas aulas com essa coisa no meu braço, limitando meus movimentos.
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